Compartilhar e abraçar em intercessão nossos irmãos que estão ao redor do mundo sofrendo perseguição por amor de Cristo. Para isso nos propomos a divulgar testemunhos e o trabalho de instituições como Portas Abertas, JMM e A Fim de Proclamar para que seja conhecida a causa da Igreja Perseguida.
Atuamos na Missão Portas Abertas como correspondentes locais, na Missão A Fim de Proclamar como divulgadores e na JMM como colaboradores de missionários na China e São Tomé e Príncipe (África).
“Graças damos a Deus, ‘Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, orando sempre por vós, porquanto ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus...” Colossenses 1:3,4a
“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para sua maravilhosa luz.” I Pedro 2.9
Ao ser convidado como tradutor da língua alemã, para um pastor que estivera preso por mais de vinte anos na Rússia, por causa da sua fé em Jesus Cristo, Siegfried Zilz não imaginou o quanto aquela experiência afetaria sua vida e da família. A identificação com os irmãos que pagam um alto preço,muitas vezes com suas vidas, para viverem esta realidade de “ raça eleita por Deus”, através de Jesus, não permitia mais que fosse o mesmo.
Agora as palavras de Prov. 31.8 “ Abre tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham desamparados”, precisavam gerar uma ação. Estes irmãos são calados pela perseguição do comunismo, islamismo, hinduísmo e muitos “ismos”, que ao longo dos séculos, procuram como exterminar o cristianismo da face da terra. Governos e ideologias passam mas a Palavra de Deus e a Igreja de Jesus Cristo permanece através da história!
Assim ,sob a orientação da Missão Internacional de Portas Abertas, em setembro de 1981, Siegfried embarcou para Moçambique, sob um governo comunista, para levar Bíblias, doações e alento aos irmãos da igreja perseguida. Mesmo correndo o risco de prisão ou morte, deixando seu testamento e familiares com instruções para esta dura realidade, a experiência com Deus e estes irmãos foi tão marcante que foi apenas a primeira de MUITAS outras viagens. Rússia, Sibéria deixaram suas marcas mas parte do coração ficou em Cuba. Desde a primeira viagem, em 1984, com uma equipe de brasileiros, muita expectativa, nervosismo, malas cheias de bíblias, roupas, medicação, de tudo um pouco; Siegfried iniciou a construção desta Ponte de Amor- Igreja Cuba/Brasil. Esta aliança reafirmada nas 48 viagens que se seguiram, levando “irmãos-turistas”, muito amor e compromisso, gerou novos agentes que tem sido contaminados por este amor. Levam malas cheias e trazem corações transbordantes de experiências, gratidão e a certeza que não serão mais os mesmos. Como ficar indiferente a esta realidade cruel mas cheia de fé; apesar das prisões, livres no Espírito e crescendo em número e maturidade. Onde um abraço vale mais que dólares, joelhos dobrados são o segredo para o sustento de cada dia. Um templo, uma casa, a praia ou um carro se tornam palco de momentos inesquecíveis e tão sublimes que certamente o céu não deixou de registrar. Lágrimas de dor e alegria se misturam numa constante certeza: Somos parte da grande família da fé em Jesus!
Alguns pais já partiram mas filhos são gerados e enviados para continuar esta grande obra.
E a Igreja estende suas asas sobre aqueles que são conquistados por este amor.
Mas o coração se dilata e ouve um clamor do outro lado do oceano, a África chora por causa da escravidão que permanece sobre seu coração. Seus filhos confusos no meio de tantas línguas, raças e tradições, estão presos nas algemas da feitiçaria, miséria e desprezo das nações que roubam suas riquezas e voltam as costas para sua dor.
Ao apoiar a família Feistler ( Jorge,Vera e os filhos Tiago, Sara e Josué) em Guiné Bissau, na aldeia de Iemberem, distante 280km da capital Bissau, inicia um outro capítulo desta “fantástica equipe”, assim chamada carinhosamente pelo “Papi”. Além das árvores majestosas, encontramos um clima de chuvas intensas ou seca cruel, mosquitos da malária, todo tipo de adversidade e falta de quase tudo.
Mas a floresta já CANTA AO SENHOR porque a Igreja está lá. Salvando, pelo evangelho do Reino; curando os enfermos, através da Clínica e oração e alfabetizando na escola Evangélica.
Também em Guiné Conacry estendemos o braço de amor com o Mohamed e Tânia (uma brasileira).
Uma igreja africana, cheia do Espírito Santo e amor que transborda até o interior, curando e salvando trazendo vida e alegria a quem só conhecia a escravidão ( do diabo) e dor.
A Missão A Fim de Proclamar já existe faz tempo, creio que a fundação foi no dia que Siegfried disse SIM ao Senhor da Seara. Apenas foi apresentada as autoridades legais e os nomes de tantos outros são acrescentados cada dia, quando dizem Eis-me aqui! Já são brasileiros, cubanos e africanos, unidos pela cor do Sangue de Jesus e na vontade de fazerem a sua parte na grande obra.
Deixando a tarefa de anotar números, estatísticas, valores gastos e obras aos anjos competentes e se regozijando em ver vidas transformadas, aldeias e cidades invadidas com o amor de Jesus.
SOMOS SERVOS, NADA MAIS
Ingrid Hort (a serviço do Reino)
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