A VONTADE DE DEUS PARA AS FAMÍLIAS.

 

Uma das prerrogativas da família é ser constituída de pessoas que adorem ao Senhor, não somente quando estão reunidas, mas em todos os momentos de suas atividades diárias.

O Apóstolo Paulo escreveu, na primeira carta aos Coríntios 14.25b “…adorará a Deus publicando que Deus verdadeiramente está entre vós”. Deus é digno de receber glória, honra e poder. Ninguém mais é digno de receber a adoração da família, senão o Senhor.

Deus faz questão que a família o ame e, este amor deve ser incondicional. Muitos, quando enfrentam qualquer tipo de dificuldade, têm a tendência de abandonar a comunhão com o Senhor e o convívio com os irmãos. (“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia”. – Hebreus 10.25).

Além de amar ao Senhor, a família precisa despertar-se para amar aos perdidos; aqueles que vivem à margem do evangelho, e necessitam ouvir sobre a salvação. (“Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” – I João 4.8).

Deus quer uma família comprometida com a evangelização do mundo através de missões (Atos 28.28 “Seja-vos, pois, notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão”); comprometida com a decência e a ordem (Filipenses 1.27 “Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho”); comprometida com o respeito à liderança pastoral (Hebreus 13.17 “Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil”).

Deus quer uma família pura, sem maledicências, intrigas, invejas e sem todas as coisas que dizem respeito ao mal. A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita, mas para que se aplique à família é de fundamental importância que todos os membros estejam firmados no propósito de amá-Lo com inteireza de coração.

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RELACIONAMENTOS.

Vivemos uma grande correria, e, isto tem prejudicado  os relacionamentos interpessoais; acreditamos que o processo será cada vez mais acelerado entre aqueles que não se preocupam em conviver bem com parentes e amigos. Nós os filhos de Deus, não podemos e nem devemos caminhar desta forma, pois, o próprio Deus relaciona-se com os seus filhos em completa interação.

            Dentro das igrejas de nossos dias é muito comum o dirigente de culto, ou de louvor, pedir que as pessoas presentes à celebração abracem e sejam abraçadas por quem estiver mais próximo. Entretanto, esta atitude não é suficiente para que haja relacionamentos saudáveis. Em algumas vezes, depois do culto, não se cumprimentam mais e deixam para trás, sem valor, o que foi apregoado momentos antes
            Deus, em sua infinita sabedoria, colocou no coração dos primeiros cristãos a necessidade das reuniões em pequenos grupos nos lares, uma vez que eram perseguidos pelas autoridades e  também pelos que não aceitavam a sua doutrina. Essa providência do Senhor contemplou à igreja apostólica um crescimento fantástico, que a tornou conhecida em todo o mundo da época.
            Aqueles nossos irmãos do passado viveram através da fé, venceram obstáculos, contemplaram a todos com a graça do grande amor de Jesus, pois, com intrepidez anunciavam aos que não O conheciam. O outro grande parâmetro daqueles primeiros proclamadores do evangelho foi o perfeito relacionamento existente entre eles. Foram exemplo para as comunidades de sua época, a igreja crescia porque viam em seus membros pessoas que se amavam, cuidavam uma das outras, enfim, davam exemplo de como viver em amor.
            As células eram o modelo da Igreja Primitiva -“E, perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E, todos os dias, acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”- Atos 2.42,46-47).
            Quaisquer que sejam os modelos aplicados nas igrejas em todo o mundo, independente do país, notamos a importância dos grupos pequenos (células), O próprio Senhor Jesus formou um grupo pequeno, de doze homens, e ensinou como queria o seu desenvolvimento: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei”.
            Todos nós somos seres sociais que precisam amar e ser amados, mas, isto não acontecerá enquanto não houver disposição para colocar em prática os ensinamentos de nosso Mestre. Quando todos participarem de uma célula, ninguém ficará sem pastoreio. No convívio das células há relacionamentos sólidos, os crentes são motivados a cumprirem o “Ide” de Jesus, surgem novos líderes, há intercessão de uns pelos outros, o irmão torna-se exemplo de vida para o outro, há discipulado, há aperfeiçoamento dos novos decididos, descobre-se que vale muito viver para servir.
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AVIVAMENTO.

Avivamento: tornar mais vivo, estimular, ter ânimo, vigor, reanimar-se. O avivamento começa a acontecer quando os crentes em Cristo percebem a sua própria necessidade e se reconhecem fracos na fé e espiritualmente sem ânimo.
Existem muitos modelos de igreja, mas, não precisamos copiar nada para que o verdadeiro avivamento aconteça O Salmo 85.6 mostra que o povo estava fraco “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti? Basta:
Orar para que Deus conceda o avivamento na Dependência total do Espírito Santo (Atos 12.5, 7 “Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia continua oração por ele a Deus. Sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro no lado, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa! E caíram-lhe das mãos as cadeias” ( a Igreja e o próprio Pedro não  buscaram ajuda humana, mas, do Espírito Santo.
Arrependimento (Mt. 4.17 “Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus”). Muitos estão dentro das igrejas, mas, o mundo continua dentro deles.
Perdão (Mt. 6.14,15 – “Se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”.
Sem conhecer a Deus (Oséias 6.3 “Conheçamos e prossigamos em conhecer o SENHOR”), não haverá avivamento.
O corpo de Cristo precisa ter experiência com o Senhor, e, não apenas algumas pessoas. At.2. 4 “todos foram cheios do Espírito Santo”.
FEITAS ESTAS COISAS:
O avivamento acontecerá pela bondade de Deus, quando:
A igreja chorar pelas almas perdidas (Êx. 32. 30-32 – Moisés pediu perdão a Deus pelo povo que havia pecado e disse: “Agora, pois, perdoa o seu pecado; se não, risca-me, peço-te, do teu livro, que tens escrito” (Moisés amava as pessoas…).
Cada discípulo de Jesus cumprir o seu papel no templo e fora dele. (não basta uma simples reunião aos domingos. É preciso haver amor, zelo e frequência aos cultos e às células (Em todas as atividades, o nosso Senhor estará presente.(Mt.28.20 “eis que estou convosco todos os dias…”
Houver mudança de prioridades (Sl. 110.37 “Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade e vivifica-me no teu caminho” (Jer. 7.23 “Daí ouvidos à minha voz, e eu serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e andai em todo o caminho que eu vos mandar, para que vos vá bem”.
Deus ouvirá o nosso clamor;(Sl. 102.2b “No dia em que eu clamar, ouve-me depressa”, e a consequência será:
Despertamento para novos ministérios;
Um entusiasmo profundo de dentro para fora pela obra de Deus.
O Salmista no Sl. 119.20, diz: “A minha alma está quebrantada de desejar os teus juízos em todo o tempo”.
Não alcançaremos o avivamento se não despertarmos do sono espiritual. (Ef. 5.14 “Desperta tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”
Para que haja um verdadeiro avivamento coletivo é necessário começar em cada servo de Deus. (Joel 2.28,29 “Derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas, naqueles dias, derramarei o meu Espírito”).
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PERSPECTIVAS

À medida que se inicia um Novo Ano, temos vários tipos de perspectivas: umas pequenas, para curto prazo; algumas maiores, para prazo maior e, outras mais ousadas até encerrar o ano que está apenas no começo.
 
Às vezes foge de nossas perspectivas o mais importante: o conselho que nos é dado na Palavra de Deus: “Prepara-te para te encontrares com o teu Deus” (Amós 4.12). Alguém poderia perguntar: por que esta preocupação, se temos outros projetos? A questão é exatamente esta: nossos afazeres nos tiram do foco que deveríamos ter, não somente no início de um novo ano, mas, no decorrer de nossa existência terrena.
 
A nossa prioridade precisa ser constante na busca por mais santificação, mais comunhão com Deus, mais disposição em cumprir com a nossa obrigação de servos, mais seriedade em todas as nossas atitudes, no que diz respeito ao Reino Eterno.
 
O nosso agir diário nos fará melhores ou piores diante do Senhor. Aos que nos observam ficará o bom ou o mau testemunho de nossos atos, pois, somos observados todos os momentos, por nossos familiares, vizinhos, amigos, irmãos na fé, mas, principalmente, pelo próprio Deus.
 
Dentro do conceito de perspectivas, não há nada de errado o pensar em realizar grandes projetos, não podemos e nem devemos colocá-los em primeiro lugar em nosso viver. A Bíblia diz: “Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Esta verdade não autoriza ninguém a ficar de braços cruzados a esperar que Deus envie todos os suprimentos necessários à vida.
 
Devemos considerar o seguinte texto: “…andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus” (Colossenses 3.10), e, fazer dele o nosso ideal de conduta.
 
Sejam nossas perspectivas agradáveis ao Senhor, e, Ele derramará suas bênçãos sobre nós e nos concederá grandes vitórias.
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MÊS DAS GRANDES DESPESAS.

             Este é o mês das grandes despesas: são os presentes para parentes e amigos, as compras para a preparação da ceia, os cartões de crédito serão muito mais usados, enfim, a grande maioria da população estará voltada para os gastos que poderiam ser evitados, se não vivêssemos em uma sociedade de consumo.

            Seria completamente diferente se todos entendessem o verdadeiro valor deste que é o último mês de nosso calendário. As pessoas estariam mais dispostas a amar ao próximo, a ajudar aos necessitados, a visitar os enfermos, a procurar ser úteis em todos os sentidos da vida. Como seria bom, se houvesse este entendimento do verdadeiro amor apregoado por Jesus Cristo: “Que vos ameis uns aos outros” (João 15.17).

            Fato é que o mundo vive de ilusões, coisas efêmeras que não trazem satisfação para a alma, quando o contrário seria o perfeito entendimento de propagar o verdadeiro amor d’Aquele que entregou a Sua Preciosa Vida por todos nós, de todos os tempos: os anteriores, os contemporâneos e os posteriores. Os anteriores porque creram na Sua vinda; os contemporâneos, porque viram a Sua glória e creram e, os posteriores, que não viram aqueles acontecimentos, mas são bem-aventurados porque creram e outros ainda crerão.

            O ano inteiro deveria ser a expressão de nossa gratidão a Deus por nos ter permitido o nascimento de Jesus. Seria então, este mês, a grande celebração da vinda do nosso Salvador e a nossa suprema obediência à Palavra do Criador.

            Deixemos todas as nossas expectativas contrárias à vontade de Deus e, procuremos viver de forma agradável a Ele. Busquemos comemorar não somente durante este mês, mas em toda a nossa existência o maior exemplo de amor através do fato mais importante de todos os tempos: o nascimento de Jesus, que dividiu  a história em duas eras: antes e depois de Cristo.

            O nascimento de Jesus Cristo proporcionou a única esperança de salvação para a humanidade perdida. A  sua morte e ressurreição concluíram o perfeito plano de Deus-Pai para que houvesse disponibilidade real de vida eterna aos que já creram, aos que creem e aos que ainda crerão.

            Celebremos com nosso coração exultante: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3.16).

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O AMOR DE DEUS

DEUS DIZ: A MORTE DE MEU FILHO TROUXE     A
INCONFUNDÍVEL EXPRESSÃO DE MEU AMOR PELA HUMANIDADE. O amor de Deus por nós,
proporciona um grande descanso e prolonga o nosso viver. Sabemos que temos a
vida eterna porque Ele nos deu a certeza absoluta através da morte de Jesus, na
cruz do Calvário. Temos paz, a despeito de problemas ou aflições, porque O
Senhor nos diz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou: não vo-la dou como o
mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14.27). Em
Seu grande amor, ouve nossas orações e, atende conforme a Sua soberana vontade.
Porque nos ama, quer que todos sejam salvos, independente de quaisquer raças ou
conceitos estabelecidos pelos seres humanos. O plano de Deus para todos nós
teria de passar pela cruz e ter derramamento de sangue, o precioso sangue de Seu
Filho Unigênito. O Seu plano para todos nós é a certeza de nos conceder a
esperança de uma vida cada vez mais próxima d’Ele. O profeta Jeremias, sob a
orientação divina escreveu: “Porque eu bem sei os pensamentos que penso de
vós,diz o SENHOR; pensamentos    de paz e não de mal, para vos dar o fim que
esperais” (Jeremias 29.11).    Será preciso compreender que Deus sempre fará o
melhor por nós e para nós. Para gozar destas alegrias e dos benefícios
oferecidos pelo Senhor, é necessário segui-Lo e, isto só será possível pelo
recebimento de Seu Filho, Jesus Cristo, no coração. Quando alguém age desta
forma, a Bíblia diz que há uma festa no Céu. (“Digo-vos que haverá alegria no
Céu por um pecador que se arrepende…”Lucas 15.7a). Esta é a garantia de que o
Senhor estará conosco para sempre e nada poderá nos separar de Seu tão grande
amor. (“Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
(Mateus 28.20).

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QUER SER FELIZ?

A primeira providência a tomar para ser feliz é colocar-se inteiramente na dependência de Deus. Não há qualquer chance de alguém sê-lo sem esta providência. O Salmo 37.5 diz: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e o mais ele fará”. Muitos vivem a pensar que por terem todas as coisas que necessitam são felizes, na verdade podem até ter momentos que tragam felicidade, mas enfrentam sérios problemas psicológicos e, principalmente, espirituais; não conseguem dormir em paz. Aquele  que depende de Deus pode dizer: “Em paz me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes habitar em
segurança”. (Salmo 4.8).
Para ser feliz é preciso ter comprometimento com a leitura da Palavra de Deus, todos os dias. Grande parte,    daqueles que se dizem evangélicos, não lê e não medita  sobre as exortações que a Bíblia determina para todos. Quando Josué assumiu a liderança do povo, Deus disse para ele: “Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então, prudentemente te conduzirás”. A receita está pronta, basta segui-la para alcançar as bênçãos do
Senhor.
Para ser feliz é necessário estar atento (vigiar) e orar, pois, o inimigo de nossa alma trabalha para nos fazer desistir do propósito de adorar ao Senhor através de nossa constante atenção contra a tentação e mais ainda, por meio da oração. O salmista disse: “Senhor, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos” (Salmo 88.9-b).
No salmo 145.2 está escrito: “Cada dia te bendirei e louvarei o teu nome pelos séculos dos séculos. O apóstolo Pedro, em sua primeira carta 5.8 escreveu: “Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”. Jesus mesmo instruiu: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mateus 26.41).

Por último, para ser feliz faz-se necessário cada um levar a sua cruz, isto implica em viver para a glória de Deus, cumprir com o prometido, esvaziar-se de si mesmo, seguir o exemplo de Jesus, na mansidão, na
humildade, no amor ao próximo. Ele mesmo disse que somos o sal da terra e a luz do mundo e, que devemos resplandecer para que, os que nos virem glorifiquem ao Senhor. “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me” (Mateus 26.24).

Depende de cada um o ser feliz; as implicações não são pesadas, ao contrário, o Senhor mesmo aliviará a carga que estiver pesada, para a perfeita certeza de seu amor sublime que abençoa, perdoa e faz ter a
vida eterna.

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MÊS DO ADOLESCENTE

Vivemos em um mundo conturbado, cheio de problemas de violência, sexo fácil, distúrbios emocionais  e  tantos  outros,  que fica difícil  enumerá-los.   Ser  adolescente  neste  tempo talvez não seja diferente que em outras épocas, entretanto, o avanço tecnológico contempla esta  geração  com  variadas  opções  e  entre elas,  as que podem desviar a atenção do bem para o mal.

A Bíblia ensina que os filhos honrem pai e mãe; esta é uma das grandes barreiras para um número bastante significativo de adolescentes, inclusive evangélicos, pois, acham que esta idéia está ultrapassada. Entretanto, é primordial para a formação ética, moral, acadêmica, sentimental e espiritual, que todos cumpram com essa ordenança do Senhor.

A   melhor  decisão  que  qualquer  adolescente  deve  tomar  é  seguir  os  ensinamentos  e conselhos  de  seus  pais,  seus  líderes,  seus professores e viver para a glória de Deus. Isto somente acontecerá se houver desapego às coisas materiais e centralização do foco em uma vida limpa, pura e cheia do Espírito Santo.

O não envolvimento do adolescente com a influência das coisas mundanas fará a diferença em relação a todos à sua volta. Alegrar-se-ão os pais, a igreja e toda a sociedade e ele será conhecido pelos bons feitos, como diz a Palavra de Deus: “Por seus frutos os conhecereis”. (Mt. 7.16).

A nossa oração é que este mês com os adolescentes à frente dos trabalhos da Igreja, seja ricamente abençoado e abençoador de vidas,  para o engrandecimento do Reino de Deus.

 

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VIDA PLENA PARA OS JOVENS.

 

Ser jovem traz muitas esperanças tanto no presente quanto no futuro, alimenta um sentimento de eternidade, pois não passa pela cabeça dos jovens a ideia de morte, quando na realidade ela atinge a todos e em quaisquer idades. Viver na plenitude requer deixar-se ser guiado pelo Espírito Santo, algo não muito fácil para uma geração que enfrenta os mais variados tipos de problemas, facilidades e tentações. A Bíblia traz diversos ensinamentos neste campo de perspectivas: narra a vida de José, jovem vendido por seus irmãos aos ismaelitas, que o venderam aos egipcios, particularmente a Potifar, oficial do Faraó. A partir daí começaram alguns problemas na vida daquele que viria a ser Governador de todo o Egito, abaixo apenas do próprio Faraó. Esse jovem, foi tentado de todas as formas, mas soube resistir e manter-se fiel ao Deus Todo-Poderoso, advindo dele, mais tarde, a solução para a necessidade de alimento que a sua família enfrentou. Dele originou-se o crescimento do povo judeu escravizado durante 400/430 anos, para ser tirado pela forte mão do SENHOR. Outro jovem que merece a nossa admiração foi Daniel; ele propôs em seu coração não se contaminar com as iguarias do Rei e assim, prosperou até tornar-se grande diante dos homens, mas principalmente diante de Deus, sendo por Ele honrado. É bem verdade que outros jovens foram motivo de aborrecimento para os seus pais, alguns para o seu povo, porque se tornaram reis, e muitos fizeram derramar sangue inocente. O saldo é positivo para aqueles que são fiéis a Deus, por isso a Sua Palavra diz : “Não deixe o entusiasmo da mocidade fazer com que você esqueça o seu Criador. Honre a Deus enquanto você é jovem, antes que os dias maus cheguem, quando você não vai mais ter alegria de viver. Respeite a Deus e obedeça aos Seus mandamentos. Isso é o resumo do que o homem deve fazer. Porque Deus vai julgar todos nós por tudo o que fazemos, até por aquelas coisas que ninguem conhece, sejam elas boas ou ruins” (Eclesiastes 12.1, 13 e 14 – a Bíblia Viva). Entendemos ser de fundamental importância seguir o santo caminho do Senhor e procurar viver de forma a agradar àquele que nos criou e para nós quer o melhor. Nenhum jovem viverá frustrado ou arrependido de amar e servir ao Senhor Jesus Cristo, autor e consumador de nossa fé.

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O que Deus quer para nossas famílias?

Uma das prerrogativas da família é ser constituída de pessoas que adorem ao Senhor, não somente quando estão reunidas, mas em todos os momentos de suas atividades diárias. O Apóstolo Paulo escreveu, na primeira carta aos Coríntios 14.25b “…adorará a Deus publicando que Deus verdadeiramente está entre vós”. Deus é digno de receber glória, honra e poder. Ninguém mais é digno de receber a adoração da família, senão o Senhor.

Deus faz questão que a família o ame e, este amor deve ser incondicional. Muitos, quando enfrentam qualquer tipo de dificuldade, têm a tendência de abandonar a comunhão com o Senhor e o convívio com os irmãos. (“Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele Dia”. – Hebreus 10.25).

Além de amar ao Senhor, a família precisa despertar-se para amar aos perdidos; aqueles que vivem à margem do evangelho, e necessitam ouvir sobre a salvação. (“Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” – I João 4.8). Deus quer uma família comprometida com a evangelização do mundo através de missões (Atos 28.28 “Seja-vos, pois, notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão”); comprometida com a decência e a ordem (Filipenses 1.27 “Somente deveis portar-vos dignamente conforme o evangelho de Cristo, para que, quer vá e vos veja, quer esteja ausente, ouça acerca de vós que estais num mesmo espírito, combatendo juntamente com o mesmo ânimo pela fé do evangelho”); comprometida com o respeito à liderança pastoral (Hebreus 13.17 “Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil”).

Deus quer uma família pura, sem maledicências, intrigas, invejas e sem todas as coisas que dizem respeito ao mal. A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita, mas para que se aplique à família é de fundamental importância que todos os membros estejam firmados no propósito de amá-Lo com inteireza de coração.
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